quarta-feira, 4 de maio de 2016

CUIDADOS COM A SUA LINGERIE

DICAS DE COMO LAVAR

  • - Não coloque as suas lingeries na máquina de lavar, pode danificar a peça.
  • - Lave a mão com água fria e não misture peças coloridas com peças brancas.
  • - Use sabão líquido com ph neutro ou produtos específicos para lavagem de lingerie.
  • - Deixe de molho por aproximadamente 3 minutos apenas.
  • - Use água fria. A água quente pode deformar a peça, além de predispor à formação de fungos.
  • - Não torça a sua lingerie. Você pode criar vincos e rugas, especialmente nos bojos dos sutiãs.
  • - Lavar à mão
  • - Não alvejar
  • - Não lavar a seco
  • DICAS DE COMO SECAR

    • - Proibido usar a máquina de secar. O calor em excesso reduz a vida útil dos tecidos.
    • - Evite secar ao sol. O sol pode alterar as cores.
    • - Procure usar prendedores adequados para não deformar o tecido.
    • - Se o sutiã for de bojo, pendure-o pela parte central.
    • - Para as calcinhas 100% algodão passar a ferro brando e para os sutiãs de bojo não passar o ferro.
    • - Secar a lingerie à sombra e vire a calcinha no avesso na hora de secar.
    • -  Não secar em tambor
    • -  Não passar
    •             - Passar com ferro brando até 110º C

  • DICAS DE COMO GUARDAR

    • - Separe uma gaveta exclusiva para as lingeries, que devem estar sempre organizadas.
    • - Evite virar os bojos dos sutiãs na hora de guarda-los. Isso danifica a espuma e o próprio sutiã.
    • - O ideal é que sejam guardados abertos.
    • - Não coloque outras peças pesadas em cima do sutiã.

  • Fonte Dicas: Scala Lingerie - http://www.lojascala.com.br/cuidados



terça-feira, 3 de maio de 2016

LINGERIE-OSTENTAÇÃO: O RETORNO DA CALVIN KLEIN UNDERWEAR

Por: Marcela Leone Site All Lingerie

Lembra lá nos anos 90 como era bacana ostentar os logos das marcas? Não por acaso a moda íntima da Calvin Klein virou febre na década, com seus elásticos que, quando à mostra, garantiam status imediato.
E saiba que, assim como demais propostas da moda (que vão e vêm), a lingerie-ostentação está de volta. Quem incitou o retorno da tendência é a blogueira de moda (e que já se tornou celebridade) Chiara Ferragni.


Chiara Ferragni e Kendall Jenner de Calvin Klein Underwear 

Patrocionada pela marca americana, ela já postou diversas fotos em seu perfil do Instagram exibindo top e calcinha da CK. Depois dela, foi a vez da it-modelo da vez (irmã de Kim Kardashian) Kendall Jenner, que acabou se tornando garota propaganda do underwear da grife.

Criada em 1982, a linha de underwear da Calvin Klein tinha como conceito básico o conforto e todas as peças foram inspiradas nas boxers masculinas.
Fotos: reprodução 

NO INVERNO, VERDE É A COR MAIS QUENTE

Por: Marcela Leone

Tons que inspirem uma vida mais calma e que reflitam a vontade do contato com a natureza são as principais escolhas da Pantone para 2016. Entre eles, para a temporada de inverno, destaca-se o Lush Meadow: uma nuance de verde natural, com certo brilho.

Apesar de incomum no segmento de moda íntima, trata-se de uma cor que combina sim muito bem com a lingerie. Eleja principalmente designs glamourosos, com o uso de tecidos como cetim ou renda.


Para detalhes como alças e/ou aplicações, o verde combina muito bem com o preto e com o off-white. Já nas modelagens, opte pelas mais sensuais, com strappy, cinta-liga e até perfume vintage com calcinha e tops maiores, como nas imagens de referência que separamos.
Fotos: reprodução 

SELENA GOMEZ LANÇA LINHA DE LINGERIE PARA VENDER DURANTE TURNÊ

Por: Marcela Leone Site All Lingerie


Além de show, músicas, comerciais e publicidades em geral, muitas celebridades mostram que também querem ganhar dinheiro com a moda. Depois de Beyoncé apresentar a Ivy Park, sua coleção de moda fitness em parceria com a Topshop (veja aqui), é a vez de Selena Gomez.


A cantora irá vender peças de moda íntima e demais itens mais comuns, como camisetas, durante a turnê de “Revival World Tour”. Os tops e calcinhas seguem a linha esportiva da Calvin Klein, com elásticos que fazem referência ao álbum “Revival”.

A estrela também mostra que é fã do universo da lingerie, pelo menos no que diz respeito ao seu figurino para clipes — já que apareceu em diversos deles usando apenas conjuntos de calcinha e sutiã. No último deles, de “Hands to Myself”, Selena surge usando sutiã de cetim preto e calcinha no estilo hot pants.
Fotos: reprodução 

Pijamas Villa Enzo!!!

Coleção Outono/Inverno 2016



Novidade na La Belle de Nuit Lingerie!!! Pijamas com lindas estampas da Marca Villa Enzo.

Apresentamos com muita alegria e orgulho, mais uma coleção da#villaenzo Pijamas!

Nessa Nova Coleção, a Villa Enzo investiu em imagens do nosso cotidiano, como a selfie estilosa com as amigas, o piquinique de inverno, a divertida guerra de travesseiros e usaram elementos como escova de dentes, cabana com luzes e almofadas, mosquiteiro, música, leitura e itens que arremetem ao descanso, bem estar e conforto de usar um pijama da nossa marca.

Esperamos que gostem e entrem no clima de usar #pijamaodiainteiro e não se esqueçam de #pijamatododia.
Conheçam a coleção: ''Happy Moments''
Que a semana seja cheia de ótimos momentos.
Fofura, né?

Segue a gente lá no insta: @villaenzo



Para conhecerem mais a Marca Villa Enzo acessem: http://www.villaenzo.com.br/

sábado, 30 de abril de 2016

6 DICAS DE ESTILO PARA DORMIR SEMPRE LINDA

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Para muitas mulheres, o momento de ir deitar pode ser o mais esperado do dia, seja para descansar ou para curtir uma companhia. Então, é muito comum que nesse momento, elas se preocupem mais com conforto e menos com estilo, o que não está nada certo. Durante nosso descanso, recarregamos nossa energia! E beleza, autoestima e bem- estar são fundamentais para melhorar nosso desempenho no dia seguinte. Quando nos sentimos bonitas, ficamos mais relaxadas e dispostas, não é mesmo?! Então, esqueça seus pijaminhas puídos ou roupinhas velhas para dormir.
Para quem tem companhia, vai um aviso: pesquisa comprova que o cérebro masculino precisa de variedade, e que mulheres que variam roupas íntimas sensuais têm parceiros muito mais fiéis do que as que escolhem roupas sem graça para dormir. Independente da sua intenção, você deve escolher com atenção o que vestir e ser fiel à sua personalidade, pois uma produção montada não convence e pode ser um vexame. Então, inspire-se nessas opções lindas para as diversas situações e mantenha o seu estilo sem cair na mesmice.

1. ENGRAÇADO

Os modelos mais comuns são baby doll, blusão ou short doll. Normalmente são coloridos, engraçados e com dizeres, bem num estilo teen. Caso você durma acompanhada, não recomendo usar esse tipo de roupa (a menos que seja a “pegada” do casal), pois homens podem enxergar de forma infantil.
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2. CONFORTÁVEL

Do pijama de algodão à camisola de alcinha, a prioridade é ter conforto, praticidade e, claro, beleza. Para as que têm companhia, tome cuidado apenas de escolher combinações sem perder charme e feminilidade.
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3. DIA A DIA DO CASAL

Você pode dormir confortável e atraente ao mesmo tempo. Afinal, relacionamento diário pede cuidado redobrado neste quesito, para que a rotina não se instale e um momento gostoso como esse se torne banal. Opte por modelagens menores e diferenciadas, rendas, transparências e decotes para manter o interesse “vivinho da silva”.
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4. OCASIÕES ESPECIAIS
Aqui você precisa inovar! Pode ser um lingerie diferente, uma camisola nova, ou apenas algum item nunca usado. A ordem é ser sexy mantendo a sua essência. Essa mudança picante em comemorações ou surpresas deve ser feita com muito cuidado, para que as escolhas “falem a mesma língua” que você. Não pode ser uma coisa over, muito impactante, pois ele vai te olhar com outros olhos, mas ainda precisa enxergar naquela deusa, a mulher dele. E é claro que você não quer correr o risco de ser mal interpretada, né?!
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5. NOITE DE NÚPCIAS

Tem que a ser a lingerie mais especial da sua vida, então, escolha com muito carinho e de acordo com suas intenções. Eu recomendo a cor branca, não pelo tradicional, mas pela expectativa masculina que é sempre comum. Independente do modelo que escolher, ele tem que ser impecável, funcional e te deixar confiante.
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6. ROBE

Deve ser usado para cobrir a roupa íntima fora da cama, e é uma peça que traz muito glamour ao restante da produção. Claro que você também pode querer fazer uma graça e usá-lo sozinho, mas ele não é uma camisola, ok?! Exceto nessas brincadeiras, não deite com ele.
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Fonte e Fotos: www.pinterest.com/superelaoficial  http://superela.com/

quinta-feira, 28 de abril de 2016

O poder da lingerie

Muito Interessante essa matéria 

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Peças da coleção Jesus Fernandes, na loja Viva Lingerie
O poder da lingerie
Preta ou branca, de lacinho ou renda, ousada ou romântica, estampada ou transparente, confortável ou sensual. A lingerie se desenvolveu e evoluiu com as mulheres, e hoje é uma indústria milionária que não parece estar nem perto de deixar de encantar mulheres e homens com suas novidades e modelos surpreendentes. Várias peças e acessórios compõem o que chamamos de lingerie, conhecidas antigamente como roupas de baixo. São calcinhas, sutiãs, cintas-liga, espartilhos e alguns outros componentes, ferramentas fundamentais da sedução feminina. Que mulher nunca recorreu a esse artifício para uma ocasião especial? Mais do que isso, é um cuidado que remete ao amor próprio e sempre faz bem para o ego.
A moda íntima ganha cada vez mais um cunho fashion e integra a composição de looks do cotidiano, como sutiãs com alças diferenciadas e cores exuberantes, calcinhas redutoras de medidas e outras infinidades que surgem com as tendências da moda. As peças podem dar uma mãozinha à natureza, mostrar o que é bonito e esconder o que não é tão bom assim.
A calcinha apareceu pela primeira vez em 1800, enquanto o sutiã foi patenteado só em 1915. A evolução dessa indústria foi acompanhada pelas mudanças culturais e as exigências de uma nova mulher que foi surgindo. A evolução tecnológica possibilitou a utilização de novos materiais que tornaram esses elementos mais confortáveis e duráveis, duas exigências da vida moderna. O cinema, as revistas e a televisão também ajudaram a criar um clima de sedução e fantasia, despindo musas ao longo das décadas e deixando-as apenas com suas roupas de baixo, cada vez mais bonitas e elaboradas.
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Espartilhos que limitavam os movimentos das mulheres
Foi assim que surgiu
A história da lingerie começa por volta do segundo milênio antes de Cristo. As mulheres usavam um corpete simples que sustentava a base do busto, projetando os seios nus. Essa “moda” era inspirada em uma deusa, ideal feminino da época.
Na Idade Média, as lingeries começaram a serem usadas para disfarçar as formas femininas, “afastando” as mulheres dos pecados da carne. Nessa época surgiam os primeiros espartilhos, que tinham esse nome por serem feitos de esparto, material usado para fabricar armaduras de guerra. O artifício extremamente desconfortável podia quase ser considerado um objeto de tortura devido às dores e esforços gerados por sua utilização.
No século XV, os espartilhos ficaram ainda mais apertados. É nessa época que encontramos o corps piqué, que deixava as mulheres com uma cintura minúscula e seios em forma de cone. As hastes de sustentação em algumas peças chegavam a pesar até um quilo. Os corpetes começaram a chamar atenção de médicos e pessoas mais esclarecidas, que concluíram que o acessório comprimia os órgãos, causando entrelaçamento de costelas e até a morte.
Em 1832, o suíço Jean Werly abriu a primeira fábrica de espartilhos sem costuras. E em 1840, foi lançado um modelo com um sistema de cordões elásticos. Isso permitia que as mulheres pudessem, elas mesmas, vestir e tirar as peças sozinhas. Além do corselete, as roupas íntimas eram compostas por calças que chegavam até os joelhos, cheias de babadinhos. Em 1900, o espartilho começou a se tornar ainda mais flexível. Surgiram designs que formavam uma silhueta mais natural.
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O poder das pin-ups, ícones da década de 50
Em 1914, com o início da Primeira Guerra Mundial, a mulher teve de trabalhar nas fábricas. Isso fez com ela precisasse de calcinhas e sutiãs que lhe permitissem movimentação. Por isso, o espartilho foi substituído pela cinta.
Nos anos 20, as roupas íntimas eram formadas por um conjunto de cintas, saiotes, calcinhas, combinações e espartilhos mais flexíveis. E passaram a ter outras cores além do tradicional branco. Nessa época, as liberadas jovens usavam vestidos mais curtos, com decotes nas costas e braços. Elas não queriam exibir seios opulentos, então usavam sutiãs especiais que achatavam o busto. Em 1930, com a descoberta do náilon, as lingeries tornaram-se mais coloridas e populares.
Já no final dos anos 40 e início de 50, para acompanhar a nova silhueta, a roupa precisava deixar o busto bem delineado e a cintura marcadíssima. Surgiram os sutiãs que deixavam os seios empinados e as cintas que escondiam a barriga e modelavam a cinturinha. Nessa época foram cultuadas as famosas “pin-ups”. No início dos anos 60, a produção passou a ser mais diversa, com vários tipos de modelagens, embora, na maioria, ainda fossem mantidos os sutiãs estruturados.
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Cristiane Fonte Boa, proprietária da loja Viva Lingerie, conta que uma das queixas das clientes é com relação à falta de opção de sutiãs bonitos e modernos para quem tem seios grandes
“Alça de silicone jamais! Nota zero também para calcinhas muito apertadas, que marcam a roupa. Já as calcinhas com corte a laser estão super na moda, assim como as peças que fazem a linha retrô.”
Cristiane Fonte Boa, Proprietária da Viva Lingerie
No final dos anos 70 e início dos 80, a inspiração romântica tomou conta da moda. Cintas-liga, meias 7/8 e corseletes, sem a antiga modelagem claustrofóbica, voltaram à moda. Rendas, laços e tecidos delicados enfeitavam calcinhas e sutiãs.
Dos anos 90 até os dias de hoje, a lingerie, assim como a moda, não segue um único estilo. Modelagens retrô convivem com as calcinhas estilo cueca. Os sutiãs desestruturados dividem as mesmas prateleiras com os modelos de bojo. Tecidos naturais, como o algodão, são vendidos nas mesmas lojas de departamento que os modelos com tecidos tecnológicos.
Negócio próspero
O mercado, bastante promissor, atrai muitos investidores para esse ramo. Apesar de quase sempre escondida, a lingerie se transformou. A infinidade de cores, materiais e estilos elevou a moda underwear a um patamar de prestígio, conquistando consumidoras que chegam a gastar mais em roupas íntimas do que em outros itens do guarda-roupa.
A empresária e administradora Cristiane Fonte Boa foi uma das que apostaram no setor. Proprietária da Viva Lingerie, Cristiane vislumbrou a oportunidade por observar o potencial de crescimento do local escolhido para o empreendimento. “O Jardim Canadá é um bairro em franca expansão e a tendência é que os moradores tenham mais acesso às compras no entorno de suas residências. Vi que não existia quase nenhuma loja desse segmento e resolvi investir”, conta.
O diferencial fica por conta de uma decoração original, fugindo das composições padrões das demais lojas do ramo. A proprietária utilizou artefatos que conversam com elementos da região. “Minha loja tem um estilo rústico, pouco convencional, mas não deixa de ser sofisticada. Acho que é a cara da região, onde as pessoas têm um estilo informal sem deixar de lado a qualidade. É como a extensão de uma sala de visitas”. Além do visual, a aposta em peças exclusivas também é uma preocupação. “Trabalhamos com a grife da Jesus Fernandez, uma estilista argentina que tem lingeries maravilhosas, bem trabalhadas e muito sofisticadas. Somos os únicos representantes da marca em Belo Horizonte”.
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Coleções que valorizam a feminilidade contribuem para o fetiche em torno desse universo
Cristiane observa que as consumidoras, em sua maioria, prezam por um produto de qualidade e principalmente confortável. Elas querem se sentir bonitas, mas não abrem mão da praticidade. “Uma das queixas das clientes é com relação à falta de opção de sutiãs bonitos e modernos para quem tem seios grandes. Observo também que as calcinhas em tamanhos maiores fazem mais sucesso, até mesmo porque ajudam a esconder as imperfeições”, analisa Cristiane, que aponta também os erros que uma mulher nunca deve cometer quando o assunto é moda íntima. “Alça de silicone jamais! Nota zero também para calcinhas muito apertadas, que marcam a roupa. Já as calcinhas com corte a laser estão super na moda, assim como as peças que fazem a linha retrô”.
Todas querem ser Angel
Referência absoluta quando o assunto é lingerie sexy, a Victoria´s Secret teve sua primeira loja inaugurada em 1977, na cidade de São Francisco. Idealizada por um homem que se sentia desconfortável ao comprar peças íntimas para sua mulher em lojas de departamento, a marca foi um sucesso instantâneo. A partir da década de 90, a Victoria´s Secret, nome escolhido em homenagem à rainha Victoria, apostou em catálogos mais ousados, com belas modelos em poses sensuais.
Com o sucesso vieram os desfiles e as “Angels”, super top models que desfilam para marca no The Victoria’s Secret Fashion Show, um super show de moda que acontece todos os anos nos EUA.
É inegável a influência das belas tops de cabelos esvoaçantes e enormes asas ostentando lingeries minúsculas, que encantam espectadores do mundo todo.
Certamente a marca, dona também de famosas fragrâncias e cremes, contribui muito para o fetiche em torno desse universo.
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Gisele Bündchen foi uma das mais famosas Angels da Victoria´s Secret
A lingerie e o fetiche
Os fetiches sempre fi zeram parte da nossa sociedade e são um tempero para incrementar a libido e o prazer sexual. Quando falamos em fetiche, o que nos vem à mente são principalmente lingeries ousadas, mais especificamente espartilhos, cintas-liga, meias e botas com saltos exageradamente altos. Tanto que a indústria do entretenimento investe em personagens de cunho fetichista que povoam o imaginário masculino. A escritora e apresentadora Fernanda Young surpreendeu a todos com um ensaio nu inspirado no tema. Ela usou e abusou dos espartilhos, símbolo clássico quando o assunto é fetiche. Assim como Fernanda em seu ensaio, muitas mulheres têm investido nos famosos corsets, um resgate da moda íntima do início do século. Esse visual clássico e super feminino prima por algo que nunca deixou de ser desejado por mulheres do mundo todo: uma cinturinha fina de pilão.
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Sensualidade e sofisticação são fundamentais nas peças de Jesus Fernandes
Depois de anos no ostracismo, o acessório voltou com tudo integrando as composições do dia a dia, sendo forte a tendência de seu uso em sobreposições, tanto ele por cima de uma blusa como por baixo de um blazer. Além de serem bonitos, corsets ou espartilhos usados com frequência ajudam a diminuir a cintura, melhorar a postura e levantar os seios. Mas os cuidados para evitar danos à saúde constatados no passado devem continuar sendo tomados.
A pressão causada pelo espartilho pode mudar os órgãos de lugar, afetar a circulação e modificar a dinâmica da respiração. Portanto, recomenda-se que o uso seja acompanhado por um médico e que o acessório seja feito sob medida. É recomendado também o fortalecimento abdominal e lombar com exercícios físicos antes de começar a ser utilizado para essa finalidade. Por fim, desaconselha-se o uso por adolescentes.

Fonte da história da lingerie: www.manequim.abril.com.br
e www.novalimaperfil.com.br/
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Fernanda Young brincou com fetiches em seu ensaio para a revista Playboy